| HISTÓRICO

Através da história brasileira, a extrema importância do setor portuário, hidroviário e costeiro faz-se sentir na multimodalidade da cadeia logística nacional.

Desde 1845, com a criação das Capitanias dos Portos, passando pela fundação do Departamento Nacional de Portos e Navegação, em 1934, do Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis, em 1963, da PORTOBRAS em 1975, da ANTAQ, em 2001, e da SEP (Secretaria de Portos, antes com status de ministério, hoje como SNP, secretaria do atual Ministério de Infraestrutura), em 2007, chegamos aos dias atuais mantendo a busca por segurança e eficiência no modal aquaviário e seus sistemas de interligação.

 

É nesse ambiente dinâmico - onde se constrói a competitividade e influência do setor internamente, incluindo a inserção comercial e geopolítica do nosso país no cenário internacional - em que, muitas vezes, observamos os diversos interessados de maneira dispersa, sem que exista interação e combinação de esforços. 

Neste contexto surgiu o COMPORT – uma associação, entidade de classe, chamada Comitê de Engenharia Portuária, Hidroviária e Costeira -, que tem como principais objetivos congregar profissionais, empresas e instituições públicas e privadas, que se relacionam por princípios técnicos e éticos, em um ambiente de independência político-partidária, permitindo a ampla discussão de temas de interesse, a divulgação do estado da arte e a cooperação na condução de ações para o desenvolvimento técnico e tecnológico da Engenharia brasileira, sempre com foco nos regimentos normativos e regulatórios de nosso país. Trata-se de algo novo, portanto, desafiador, mas que esperamos se tornar o ambiente para discutirmos e propormos os novos caminhos da engenharia portuária, hidroviária e costeira nacional.

Nossa primeira atividade ocorreu junto ao processo de revisão da Norma ABNT NBR 13.246/1994 (Planejamento Portuário – Aspectos Náuticos), que iniciou seu processo de revisão através de uma Comissão Especial, criada em maio/2013, para tradução e adequação de textos técnicos da PIANC e transformação em normativo nacional.

Entretanto, tal processo ocorreu, por quase 3 anos, sem a presença dos principais Projetistas nacionais, empresas ou profissionais, de Engenharia portuária, hidroviária e costeira - responsáveis técnicos por projetos, serviços e obras junto ao sistema CREA/CONFEA. Essas Projetistas, na ausência de chamamento efetivo, iniciaram sua participação em março/2016. Em face a exaustivas tentativas de futuros membros do COMPORT, na busca de consenso para a linguagem técnica da chamada “nova norma”, junto àquela Comissão Especial, do entendimento pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) de toda problemática técnica, jurídica e legal da norma que entraria em vigor e da participação de entidades interessadas, como a ABTP (Associação Brasileira dos Terminais Portuários) e ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), aquela norma NBR 13.246/2017 findou cancelada no final do ano de 2017.

| OBJETIVO

A partir desse histórico, o COMPORT configura-se como uma entidade sem fins lucrativos ou orientações político-partidárias, dedicando atenção ao desenvolvimento de assuntos técnicos, normativos e regulatórios das áreas portuária, hidroviária e costeira, defendendo a necessária participação de nossos profissionais especializados.

Também, conhecedores dos problemas advindos da adoção, sem critérios adequados, de normativos internacionais para nossas cadeias produtivas e logísticas, fazemos a defesa do desenvolvimento da Pesquisa, Inovação, Ciência e Tecnologia em prol dos objetivos nacionais.

| CONVITE

Faça parte do COMPORT.

Além de uma forte Associação, somos a Entidade de Classe com foco em Engenharia Portuária, Hidroviária e Costeira do Brasil.

E, também, comprometidos com o Brasil.